quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Brincalhão - 2º Conto

 Conto 2
Provavelmente Stanley estava no seu quarto procurando um modo de fazer alguma travessura de adolescente, roubar, beber ou coisas do tipo, mas não, ela estava na garagem procurando um meio de fugir com o carro de seu pai que agora estava em um jantar muito importante de sua firma de trabalho. Stanley conseguiu sim um meio de fugir com o carro, seus planos eram simples, ir a um acampamento de jovens amigos da faculdade, e como o único meio dele ir era com algum carro por que o carro de todos os seus amigos estavam lotados ele teria que dar outro jeito, e o único jeito que ele encontrou foi esse, roubar o carro do seu próprio pai, triste não? Mas ele mal pensava que isso poderia magoar seu pai, e se você leitor acha que essa história pode ter uma minima chance de terminar bem, com um final feliz, feche a página e vá para sua cama, pois dor, ódio, terror e mortes sempre estarão ao redor dessas assustadoras histórias e aqui começa mais um conto.
Com os dedos tremendo e um forte frio na barriga Stanley consegue fazer uma ligação direta no carro, e já ia se preparando para buscar sua namorada Kelly que devia estar na porta de sua casa, esperando por Stanley e fugir para o acampamento. Minutos antes de Stanley sair da sua garagem ele pega o telefone e liga para seu amigo que provavelmente já estaria no acampamento, enquanto o telefone chamava Stanley ia tirando o carro da garagem, até que o celular da outra linha é atendido.
- Alo! Quem está falando? Perguntou a voz irreconhecido de seu amigo.
- Sou eu Stanley, só liguei pra saber como estão as coisa por ai. Perguntou Stanley com um sorriso de felicidade no rosto , pois já estava imaginando em como seria a festa no acampamento.
- Pois é, como sempre a Marina já está bêbada e dando em cima do Homer, os dois entraram dentro da barraca e o que estão fazendo lá? Não me pergunte, com certeza eu não sei te responder agora. - Que horas vocês planejam chegar?
- Daqui a algumas horas, já estou indo buscar a Kelly. Continuaram conversando sobre sexo e sobre como ele tiraria a virgindade de sua namorada, o que eu esqueci de mencionar é que esse era o objetivo principal de Stanley.
 O frio na barriga de Stanley é absolutamente atormentador, o suor era tanto que escorria da sua cabeça caindo no banco do carro. O medo de algum vizinho vê-lo sair com o carro de seus pais era tanto que ele nem conseguia imaginar na cena dele tirando a virgindade de sua delicada namorada Kelly, então ele só seguia em frente até que chegou na porta da casa de sua namorada e já muito aliviado por ninguém te-lo visto saindo com o carro de seus pais ele abre a porta para a Kelly entrar. Ele deu um beijo em sua boca junto de um "Oi" bem prolongado o que já deixou Kelly suspeita de alguma coisa, o que ela sabia é que seria um acampamento de jovens onde todos tinham a autorização de seus pais e ali não teria nem uma bebida, mas era tudo ao contrario. Dai os dois pegaram a estrada, a Kelly com o mapa nas mãos e Stanley olhando discretamente para suas partes intimas, tentando imaginar a terrível cena onde ele planejava transar com Kelly. Já era aproximadamente 01:00 hora da madrugada e os dois não haviam chegado, Kelly já estava roendo as unhas de pavor, pois ela já sabia que estavam perdidos na estrada, e mais um motivo que a deixava tão desesperada era o fato de ter tantas arvores no canto da estrada e a tenebrosa escuridão que assombrava suas idéias só ia piorando junto de uma nevoa.
- Amor! Você não acha que estamos perdidos? Perguntou Kelly ainda roendo as unhas.
- Não já estamos chegando, pode olhar no mapa para comprovar. Disse Stanley também sabendo que estavam perdidos, mas ele insistia em seguir em frente. Kelly olhou no mapa e, a estrada estava totalmente errada foi ai que ela começou a se irritar.
- Você sabe que estamos no caminho errado, por que não volta? Perguntou Kelly olhando com um ar de raiva para Stanley.
- Por que é que você não fica bem quieta, você tira minha atenção da estrada. Retrucou Stanley sem muita reação facial. Kelly abaixou a cabeça e ligou o radio, estava chiando de um jeito que não se podia escutar a voz do locutor de modo algum, e assim estava todas as outras 35 estações de radio em que Kelly procurou.   Já muito desesperada Kelly pede para que Stanley pare o carro, ele diz que não, então ela perde o controle e começa a bater em Stanley com lagrimas escorrendo os olhos. Stanley também entra em desespero e bate o carro, chocando-o contra uma árvore que estava no canto da estrada. Sim, eu sei que fugir com o carro do pai levando a namorada não é uma boa ideia, mas se eu pudesse ajudar sem dúvidas eu não ajudaria nem um dos dois. Por algum tempo tudo na visão de Stanley era escuridão e Kelly, Kelly não estava mais ali, ela deixou apenas uma mapa jogado no banco do carro...
  Stanley após alguns segundos acorda e vê que não tinha mais nada no carro, além do mapa jogado no banco e uma lanterna guardada no porta luvas. Stanley sofreu leves ferimentos então pegou a lanterna e saiu facilmente do carro. ao sair do carro ele nota que haviam pegadas no chão, e sem pensar muito ele resolveu sair para caçar Kelly, ele não ficou tão preocupado quanto parece, ele só resolveu procura-la com medo dos pais dela darem um processo em cima de sua família.
 Ele começa a seguir as pegadas, mas ele não notou que no local do acidente tinha mais pegadas, o que - Sim, não é uma coisa boa. Ele passa a lanterna por quase toda a floresta mais não conseguia ver muita coisa, além de arvores. Stanley nota que logo a frente há uma pequena cabana, então sem pensar muito outra vez ele vai no rumo dela, mas antes de entrar ele tem um arrepio tremendo entre a espinha, o que lhe da uma leve sensação de medo e panico, mais isso não é o bastante para impedi-lo de entrar. A cabana era definitivamente muito velha, na verdade caindo os pedaços. Stanley passa a lanterna por toda a pequena cabana e não consegue ver nada além de móveis velhos, mas vestígios de Kelly ele não conseguiu ver. Stanley nota que tem uma porta no fundo da cabana, ele entra e sai de frente para um grande lago lindo, com aquela visão ele simplesmente sentou-se debaixo de uma arvore e pensou no que iria fazer agora que estava sem carro e sua namorada ele não fazia a menos ideia de onde poderia estar. Enquanto pensava de olhos abertos, olhando para o lago ele nota que o lago começa a se mover de uma forma mais brusca até quando ele menos percebe sai uma cabeça de dentro do lago, vindo rumo a ele, a cada segundo que a cabeça se aproximava, Stanley ficava mais sem reação e a única coisa que lhe soou a cabeça foi correr rapidamente, mas ele não conseguia se mover, estava tão aterrorizado que custava pensar. Quando ele menos esperava a pessoa que vinha saindo do lago agora já estava na sua frente, ele viu que ela não tinha olhos, ali era cobrido por escuridão e sua boca também. Ele já percebeu que aquilo não era uma ser humano, o que lhe deu mais medo, foi ai que o ser sobrenatural agarrou seu pescoço, e começou a apertar de modo tão forte que Stanley desmaiou...
Stanley acorda assustado e nota que agora estava no carro, e quando olha para o lado vê a sua namorada Kelly procurando uma estação de radio, ele se desespera pois não sabe se o que aconteceu foi um sonho ou realidade, muito desesperado Stanley perde o controle e bate o carro outra vez, chocando-o com mesma arvore e que batera horas atrás.

  Stanley ficou desaparecido por muito tempo, até que a policia deu o caso como caso morto e esqueceu desse terrível arquivo.
  Stanley está agora embaixo de uma arvore vendo alguma coisa sair de um grande lago em que resolver dar uma olhada para acalmar, e assim sua morte continuou........

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O último cigarro - Conto 2

Julia estava sentada na varanda de sua casa, após um longo dia de trabalho ela procura se acalmar com a vista da cidade e com um cigarro postado nos lábios. Julia estava pensando na onda de assassinatos que estavam acontecendo recentemente. - 30 Pessoas assassinadas só está semana, e ainda não se sabe a causa... Dizia ela para si mesma, e após desabafar consigo mesma, suspira com a fumaça de seu cigarro. Com 25 anos Julia já era uma policial dedicada, se relacionava apenas com casos especiais e delicados. Julia se poem sobre a cama e tem uma noite de sono como todas, pensativa mas com um bom descanso.
Ela acorda com seu despertador que é tocado exatamente às 06:30, assustada com o despertador ela cai da cama jogando seu nariz contra o chão. Após alguns segundos, depois de se acalmar ela começa a se arrumar para ir para o trabalho.
No caminho indo para o trabalho ela passa diante de um acidente, havia muitas pessoas formando uma roda em volta do acidentado, ela não consegue segurar a curiosidade e desce do carro e se depara com uma cena muito feia... Era uma mulher que estava no chão machucada, sua boca estava toda suja de sangue, e ela estava se reme-chendo muito, nem parecia ser um ser humano, com toda sua remecheção ela gritava, como se estivesse sendo torturada. Julia se desespera e procura ajuda-la, mais quando tenta chegar perto da mulher os policias que estavam ali a barram e impedem Julia de passar para ver o que estaria acontecendo, ela sem entender o que estava acontecendo saiu, entrou no carro e se retirou do local, e dirigiu até o seu trabalho. Chegando na delegacia onde ela trabalhava ela notou que havia uma grande confusão acontecendo ali, haviam pessoas caídas no chão e muito correndo desesperadamente, mulheres sentadas e chorando. No fundo da delegacia havia alguns policias, Julia corre até lá e vê que eles estão em uma especie de reunião ela fica la e pergunta o que estava acontecendo. Eles explicaram que quase toda a cidade estava descontrolada, era como coisas de filme, pessoas mordendo as outras e sangue espalhado por todas as partes. Julia começou a se lembrar do que vou no caminho, a mulher que se reme-chendo descontroladamente e com sangue na boca, - É realmente não é uma coisa muito comum de se ver logo pela manhã. Foi o que passou pela cabeça de Julia no momento em que ela ficou sabendo oque estava acontecendo. Ela deu um leve suspiro e contou o que havia visto antes de chegar ao local de trabalho, os policias abaixaram a cabeça e disseram que eles teriam que procurar mais sobreviventes e sair da cidade. Julia vai até a sua sala desviando de todo o tumulto, pega uma pistola que ela sempre deixava na gaveta junto com uma caixa de balas de capacidade para 15 balas. Ela sai de sua sala e quando menos percebe o lugar já estava mais quieto, mais ainda havia muitas pessoas ali, algumas caídas no chão e outras chorando. Julia começa a caminha devagar entre as pessoas caídas, de repente uma segura a sua perna, Julia tenta tirar a perna mas ela não conseguia, então ela deu um chute e saiu correndo dali pela porta principal.