quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O último cigarro - Conto 2

Julia estava sentada na varanda de sua casa, após um longo dia de trabalho ela procura se acalmar com a vista da cidade e com um cigarro postado nos lábios. Julia estava pensando na onda de assassinatos que estavam acontecendo recentemente. - 30 Pessoas assassinadas só está semana, e ainda não se sabe a causa... Dizia ela para si mesma, e após desabafar consigo mesma, suspira com a fumaça de seu cigarro. Com 25 anos Julia já era uma policial dedicada, se relacionava apenas com casos especiais e delicados. Julia se poem sobre a cama e tem uma noite de sono como todas, pensativa mas com um bom descanso.
Ela acorda com seu despertador que é tocado exatamente às 06:30, assustada com o despertador ela cai da cama jogando seu nariz contra o chão. Após alguns segundos, depois de se acalmar ela começa a se arrumar para ir para o trabalho.
No caminho indo para o trabalho ela passa diante de um acidente, havia muitas pessoas formando uma roda em volta do acidentado, ela não consegue segurar a curiosidade e desce do carro e se depara com uma cena muito feia... Era uma mulher que estava no chão machucada, sua boca estava toda suja de sangue, e ela estava se reme-chendo muito, nem parecia ser um ser humano, com toda sua remecheção ela gritava, como se estivesse sendo torturada. Julia se desespera e procura ajuda-la, mais quando tenta chegar perto da mulher os policias que estavam ali a barram e impedem Julia de passar para ver o que estaria acontecendo, ela sem entender o que estava acontecendo saiu, entrou no carro e se retirou do local, e dirigiu até o seu trabalho. Chegando na delegacia onde ela trabalhava ela notou que havia uma grande confusão acontecendo ali, haviam pessoas caídas no chão e muito correndo desesperadamente, mulheres sentadas e chorando. No fundo da delegacia havia alguns policias, Julia corre até lá e vê que eles estão em uma especie de reunião ela fica la e pergunta o que estava acontecendo. Eles explicaram que quase toda a cidade estava descontrolada, era como coisas de filme, pessoas mordendo as outras e sangue espalhado por todas as partes. Julia começou a se lembrar do que vou no caminho, a mulher que se reme-chendo descontroladamente e com sangue na boca, - É realmente não é uma coisa muito comum de se ver logo pela manhã. Foi o que passou pela cabeça de Julia no momento em que ela ficou sabendo oque estava acontecendo. Ela deu um leve suspiro e contou o que havia visto antes de chegar ao local de trabalho, os policias abaixaram a cabeça e disseram que eles teriam que procurar mais sobreviventes e sair da cidade. Julia vai até a sua sala desviando de todo o tumulto, pega uma pistola que ela sempre deixava na gaveta junto com uma caixa de balas de capacidade para 15 balas. Ela sai de sua sala e quando menos percebe o lugar já estava mais quieto, mais ainda havia muitas pessoas ali, algumas caídas no chão e outras chorando. Julia começa a caminha devagar entre as pessoas caídas, de repente uma segura a sua perna, Julia tenta tirar a perna mas ela não conseguia, então ela deu um chute e saiu correndo dali pela porta principal.

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